Um querido amigo - um querido amigo? - sim, um queridíssimo amigo, oferereceu-me, pelo aniversário, um livro com o título deste post. Na página 147 encontra-se esta fotografia de Marilyn a ler Ulisses. O texto que acompanha a fotografia de Eve Arnold, reza assim:13/01/08
Mulheres que lêem são perigosas
Um querido amigo - um querido amigo? - sim, um queridíssimo amigo, oferereceu-me, pelo aniversário, um livro com o título deste post. Na página 147 encontra-se esta fotografia de Marilyn a ler Ulisses. O texto que acompanha a fotografia de Eve Arnold, reza assim:Intimação à TMN
eu mudo da TMN para a Optimus!
Fui triplicar o saldo da minha tia a Marrocos...
Fui triplicar o saldo da minha tia a Marrocos...
Fui triplicar o saldo da minha tia a Marrocos...
Está divino!
Delicioso!
Tão bem disposto!
10/01/08
Constatação
09/01/08
Taxi...

Quando se trata de apanhar um taxi no meio da rua, geralmente, nunca me acontece como nos filmes! Bem que estico a mão, o pé e nada! Nunca aparece um disponível, logo ali! A primeira vez que me aconteceu, pasmei. E ainda não sabia que estava para pasmar muito mais. Foi em Lisboa. Olhei para o lado esquerdo, estiquei a mão e o taxi parou logo ali. Esse dia foi de filme. Tão de filme que o motorista desse mesmo taxi foi detido 15 minutos depois! Assim, tipo sair da viatura à força e mãos atrás das costas! Dois carrros de polícia um taxista e eu... e eu incrédula a pensar que era para os Apanhados. Eu à procura de uma câmara, para dizer, com um adeus envergonhado, "isto é só a brincar, mamã! Não te aflijas!!!" Mas era a sério. O polícia a mandar-me sair do carro. Saia, saia. Desculpe o incómodo. Mas saia. Que corria perigo... e eu a sair, atónita a pensar porquê a mim e a responder-me, como sempre, porque sim. Se não fosse a ti era a outro qualquer! Entretanto o Pendular já teria partido e eu rua Augusta fora, ou rua do Ouro ou outra qualquer, por ali fora. A pensar, a beliscar-me. À beira de um ataque de nervos. Nesse dia, lembro-me claramente, contra todas as previsões, cheguei ao Porto de avião! Foi, talvez, há cinco anos.
Isto para registar, imaginem só, que ontem, em Lisboa, pela segunda vez na vida, estiquei a mão, como nos filmes, e o taxista parou de imediato.Passados 15 minutos, nenhum carro da polícia nos perseguia e, o motorista, não foi detido. Nem eu ía para Santa Apolónia. Ontem, entrei no taxi para fazer uma viagem um pouco maior. E o taxista ouvia Antena 2. E perguntou se aquela música me incomodava? E eu, que não, que não, que até lhe agradecia. Que gostava. E ele a falar de música clássica. A mostrar-me, com delicadeza e certa timidez os seus discos de música clássica e a falar de Mozart. Com sabedoria. E a perguntar-me se podia pôr um disco, já que eu gostava...e se podia pôr mais alto. E eu que sim. Que podia. E a música toda dentro do carro, os vidros fechados e cristalinos. E Lisboa lá fora, aberta, carregada de gente em trânsito...como eu. Como nos filmes...
07/01/08
BOM ANO para todos!

18/12/07
Confidências
Comprei outra, igual, para a minha M.
Tenho de esperar que cresça mais um pouco.
Porque acredito:
todas as meninas deviam ter uma caixa de música.
É assim que começa a história que comecei a escrever-lhes.
Lista de compras de última hora
Obrigada, 3 vezes obrigada
Isto tudo para agradecer à fantástica equipa do INEM que me transportou ao hospital.
No trato e no sentido de humor.
Obrigada!
29/11/07
"Mafaldinho" ou o meu sobrinho filósofo...

Feliz aniversário
Conversa de surdos...
Ao fim da papelada tratada e ao balcão da empresa de aluguer de automóveis, a funcionária, pergunta:
- Qual deles prefere? o fgh; o xct; o fhk ou o xpto?
Ela, com a expressão mais incapaz do mundo:
- Escolha. Eu se sair daqui num carro vermelho, pensarei que saio de ferrari...
- Estou a ver...acompanhe-me, por favor.
......
No percurso, até à garagem.
- Que carro conduz, habitualmente?
- Um Fiat.
- Qual?
- O meu.
- Estou esclarecida.
22/11/07
Convite
um novo livro que amo

20/11/07
A única verdade absoluta
fazem-no com o coração
é no trajecto p´ra cabeça
que se perde a informação
in O cheiro da sombra das flores, João Negreiros
16/11/07
Está sendo bom. Muito bom.

Uma quê?!

Revista da MPF – Menina e Moça, 1948
A historiadora Irene Flunser Pimentel traça-nos a história deste movimento, obrigatório para mulheres dos sete aos catorze anos, através do Boletim do MPF e mais tarde da revista Menina e Moça, veículos de transmissão dos valores e comportamentos ditados pelo regime salazarista.
Ao folhearmos estas páginas, deparamo-nos com raparigas fardadas de bandeira em punho, lições de lavores e trabalhos manuais ou outros afazeres da vida doméstica, indicações sobre o fato de banho oficial com decote pouco generoso e saia não muito curta, lemos textos sobre a atitude a ter em casa com o marido, conselhos sobre livros fundamentais e outros proibidos aos olhos destas jovens e aprendemos as virtudes dos grandes heróis nacionais como D. Filipa de Lencastre ou o Santo Condestável.»
08/11/07
Jazz em Guimarães

Começou hoje - PHAROAH SANDERS - e termina dia dia 17. A imagem deste ano não é esta mas está muito bonita. Para mim, das mais bonitas dos últimos anos! O programa? A não perder! Aqui, vendem-se os bilhetes. Ainda voltarei mais noites. Mas gostava de não faltar a 16. AHMAD JAMAL. Mesmo, mesmo a não perder!
Coisas de mulher...

06/11/07
Tão feliz?



