
As minhas horas, os meus dias desaguam aqui. Agora.
Ha um certo milagre em tudo isto.
E, apesar do sol não ser de Outono, genuinamente de Outono;
apesar do tempo não pedir castanhas em canudos de jornal;
não me lembro de ter sido tão feliz num Outono quase Inverno.
Tão feliz? Sim. Tão Feliz.
Com a maresia a entrar-me nas narianas. Com o Douro aos meus pés.
Junto de um cais de chegada. E de partida também. Um dia.
Mas hoje, agora, nesta margem do rio, tudo,
tudo sem excepção,
me parece possível.
9 comentários:
A tua felicidade nota-se em cada palavra. Que bom!
Que sejas sempre muito feliz! Mesmo que este Outono ainda não peça castanhas...
Que bom que o sol brilha (tão feliz)para ti.
bjs linda daqui da Serra.
respira-se poesia. gosto tanto!
Minha querida, tudo, para ti é possível!
não há nada que a tua garra leonina não consiga alcançar,principalmente para quem tem também as asas de hórus o deus-falcão dos egípcios.
O que te transforma numa esfinge...
Usa as garras, as asas e ronrona sempre tiveres vontade!
beijos
CSd
que todas as caminhadas te levem sempre aos sonhos que tu própria concretizas....
O Outono das castanhas, não chega, o frio dos agasalhos também não, mas sente-se sempre na mesma o calor das tuas palavras, que nos enchem...
A amizade é linda :) e a blogomizade tb :)
Obrigada pelas V. palavras!
E nem na serra, Gracinha, te escondes bem ;)
e tudo é possível...
até um rio que viaja num barco e mornas doces de fio azul deslizam na rude madeira que se aconchega na água que sonha um rio que viaja nos olhos e um mirar navegante que se sabe de amor num azul deslizando ao coração que se encanta em janelas de madeira deitadas na água...
e tudo é possível...
e o amor é um rio...
Minha querida,
podes ter o mundo, se quiseres!
tenho fé em ti e tu mereces!
Faz favor se ser feliz :)
Beijinhos
Enviar um comentário